Oi lidera crescimento na telefonia móvel e aumenta em 123% os investimentos no trimestre

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Oi lidera crescimento na telefonia móvel e aumenta em 123% os investimentos no trimestre

• Companhia alcança 66 milhões de clientes e investe R$ 829 milhões de janeiro a março deste ano

• Dívida líquida é reduzida em quase R$ 7 bilhões em 12 meses


Rio de Janeiro, 29 de abril de 2011 – A Oi conquistou 2,1 milhões de novos clientes de janeiro a março deste ano, encerrando o período com 66 milhões de usuários. Deste total, 41,5 milhões estavam em telefonia móvel, 19,7 milhões em telefonia fixa, 4,5 milhões em banda larga fixa e 311 mil em TV por assinatura. No serviço de telefonia móvel, a Oi foi a empresa de telecomunicações que mais cresceu no país no primeiro trimestre.

Nos primeiros três meses do ano, a Oi obteve receita bruta de R$ 10,9 bilhões e a receita líquida atingiu aproximadamente R$ 7 bilhões. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado foi de R$ 1,98 bilhão e a margem Ebitda ficou em 28,6%. De janeiro a março, a Oi registrou resultado líquido negativo de R$ 395 milhões, impactado principalmente por despesas financeiras não recorrentes.

“Depois de um período em que priorizamos a geração de caixa, voltamos a ganhar mercado com ofertas mais agressivas, principalmente, em telefonia móvel e em banda larga. Também aumentamos significativamente os investimentos, que totalizaram R$ 829 milhões no trimestre – alta de 123% em relação ao mesmo período do ano passado”, afirma o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, Alex Zornig.

Telefonia móvel - A base de clientes da companhia em telefonia móvel aumentou 5,5% nos primeiros três meses do ano, principalmente, no segmento pré-pago. Entre as quatro operadoras móveis com cobertura nacional, a Oi foi a única que apresentou evolução de market share no trimestre, alcançando 19,7% de participação nesse mercado.

“A campanha lançada essa semana pela Oi em todo o país, com planos pós-pagos e smartphones a preços competitivos e transparentes, certamente impulsionará ainda mais o número de clientes e a receita nos próximos trimestres”, acrescenta Zornig.

Banda larga e TV por assinatura – Em banda larga fixa, a empresa conquistou 159 mil clientes de janeiro a março, o que supera o total registrado em todo o ano de 2010. Incluindo os acessos fixos e móveis, o total de clientes em banda larga chegou a 5,2 milhões. Já o serviço de TV por assinatura apresentou um aumento de 13% na base.

De acordo com a estratégia da companhia de aumentar as velocidades oferecidas para os clientes do Oi Velox, a média de velocidade do seu serviço de banda larga fixa passou de 1,68 Mega em dezembro de 2010 para 1,91 Mega em março de 2011. Além disso, ao final do primeiro trimestre, 14% da base de banda larga fixa já possuía velocidade igual ou superior a 4 Megas.

Custos e despesas operacionais – Os custos e despesas operacionais (excluindo depreciações/amortizações) totalizaram R$ 4,9 bilhões no primeiro trimestre, praticamente estável no comparativo anual.

Investimentos – Os investimentos realizados pela empresa de janeiro a março totalizaram R$ 829 milhões, 123% maiores do que o volume desembolsado nos primeiros três meses de 2010 (R$ 372 milhões). Do montante despendido, cerca de 50% foram destinados à expansão da cobertura e aumento da velocidade das ofertas de serviços de banda larga (Velox) e à oferta de pacote de dados para clientes corporativos.

Resultado líquido – O resultado líquido negativo de R$ 395 milhões foi impactado por despesas financeiras não recorrentes. Entre esses efeitos, destaca-se uma decisão judicial publicada recentemente referente aos valores incluídos no sistema de parcelamento especial (PAES) da Receita Federal em 2003 e o total que será incluído no Refis4 – novo programa de parcelamento para o qual a companhia migrou seus débitos. Outros fatores que influenciaram o resultado foram a padronização na Brasil Telecom da metodologia de cálculo para a estimativa de provisões trabalhistas adotada na Telemar Norte Leste e a revisão do cálculo de atualização monetária sobre depósitos judiciais.

Endividamento – Ao fim de março, a dívida líquida da empresa era de aproximadamente R$ 14,39 bilhões, uma redução de R$ 6,9 bilhões em relação a março de 2010. A razão entre a dívida líquida e o Ebitda dos últimos 12 meses ficou em 1,5 vez.

Para consultar o relatório trimestral, acesse a página de Relações com Investidores da Oi: www.oi.com.br/ri