Oi liderou crescimento nacional no primeiro semestre de 2009, com adição de 3,9 milhões de clientes à sua base

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Oi liderou crescimento nacional no primeiro semestre de 2009, com adição de 3,9 milhões de clientes à sua base

Em telefonia móvel, companhia respondeu por 43% das ativações do período e foi a única que ampliou market share no mercado nacional

Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2009 – A Oi foi a empresa de telecomunicações que mais conquistou clientes no primeiro semestre deste ano. De janeiro a junho, a companhia registrou adições líquidas de aproximadamente 3,9 milhões, ampliando sua base para 59,8 milhões de usuários. Deste total, 21,8 milhões estavam em telefonia fixa, 33,9 milhões em telefonia móvel e 4,1 milhões em banda larga. Os números estão consolidados com os da Brasil Telecom, adquirida em janeiro de 2009.

A expansão no semestre foi liderada pelo serviço de telefonia móvel, no qual a Oi respondeu por 43% do crescimento nacional no semestre. A empresa foi a única que ampliou sua participação no mercado brasileiro nesse período, saltando de 19,9%, em dezembro de 2008, para 21,2%, em junho. Em São Paulo, onde estreou em outubro do ano passado, a Oi encerrou o semestre com mais de 3,6 milhões de clientes, cerca de 9% do mercado no estado. Na região da antiga Brasil Telecom (Região II), em apenas dois meses operando com a marca Oi, a companhia elevou em mais de 1 ponto percentual seu market share (16,2%, no segundo trimestre, contra 15%, no trimestre anterior).

– Seis meses depois da compra da Brasil Telecom, esses números são um primeiro retrato de uma companhia com mais poder competitivo, apetite ainda maior por crescimento e o compromisso, evidenciado nos fortes investimentos, com a perenidade e a sustentabilidade do negócio – afirmou o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, Alex Zornig, acrescentando que, de janeiro a junho, 293 municípios foram incorporados à cobertura de telefonia móvel da empresa e 378 municípios se somaram à cobertura de banda larga, que atingiram, respectivamente, 2.604 e 2.373 municípios.

Nos primeiros seis meses do ano, a Oi obteve receita bruta de R$ 22,4 bilhões, 5,3% superior à de igual período do ano passado. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado e ajustado atingiu R$ 4,8 bilhões, recuo de 7% em relação a igual período de 2008. A variação foi determinada, principalmente, pelo acréscimo de custos gerados pelas operações em São Paulo – que ainda não haviam começado no primeiro semestre do ano passado – e pelos efeitos da uniformização das políticas contábeis entre Oi e BrT. A margem Ebitda ajustada atingiu 32,6%.

No primeiro semestre do ano, a Oi teve resultado líquido negativo de aproximadamente R$ 135 milhões. Este resultado é explicado, principalmente, por impactos fiscais temporários em razão da amortização do ágio relativo à aquisição do controle acionário da Brasil Telecom.

Investimentos – De janeiro a junho, os investimentos realizados pela empresa totalizaram cerca de R$ 1,8 bilhão – sendo 54% para a telefonia fixa, principalmente banda larga, e 46% para a telefonia móvel. Ao todo, a companhia pretende investir de R$ 5 bilhões a R$ 6 bilhões neste ano.

Endividamento – Ao fim de junho, a dívida líquida da empresa era de aproximadamente R$ 21,7 bilhões, contra R$ 19,2 bilhões do fim de março. O aumento se explica, principalmente, pela utilização do caixa da companhia no leilão de oferta pública de ações (OPA) para os minoritários da Brasil Telecom, no qual foram desembolsados cerca de R$ 2,7 bilhões.