A conectividade como fator de inovação | Grandes Empresas

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A conectividade como fator de inovação

A conectividade como fator de inovação

CRESCER 06/10/21

Painel TeleBrasil, principal evento sobre conectividade e inovação do país, abordou a transformação digital ligada a atração de investimentos e desenvolvimento econômico

 

Com a crescente digitalização da economia, cresce também a importância da conectividade para que iniciativas governamentais e privadas tenham continuidade. O assunto vem ganhando importância no mercado e impactando cada vez mais a atuação de governos e operadoras de telecomunicações. Estima-se que a cada R$ 1 investido em conectividade, são gerados R$ 18 em retorno, daí a necessidade de se estender a cobertura a todo o país.

O tema foi debatido durante uma das mesas do Painel TeleBrasil, principal evento do setor de telecomunicações que aconteceu nos dias 14, 21 e 28 de setembro de forma integralmente virtual. O painel “Conectividade, inovação e investimento” contou com a participação da secretária de desenvolvimento econômico do estado de São Paulo, Patrícia Ellen, e diversas lideranças da área de telecomunicações, entre elas a gerente de marketing de Oi Soluções, Ana Mariah Brandão de Carvalho .

Dados do Ministério da Economia apontam que, somente em serviços já digitalizados, o governo federal tem alcançado uma economia de cerca de R$ 3 bilhões ao ano. Isso não acontece sem razão: a digitalização melhora a oferta de serviços ao cidadão e este ganha tempo e economiza recursos ao ter seu acesso facilitado. O mesmo acontece com o setor privado.

Para que estes benefícios cheguem a todo o mercado, é necessário um esforço conjunto de governos – que devem fomentar os esforços de transformação digital – e empresas de telecomunicações – que devem ampliar a oferta de infraestrutura e conectividade ao mercado. Patricia Ellen afirmou que esta é uma preocupação do governo, que tem procurado criar oportunidades para que startups e institutos se aproximem do ecossistema de inovação. “O que a gente percebeu no início da nossa gestão foi que as pequenas empresas e os institutos de menor porte tinham uma dificuldade maior de estarem conectados nesses ecossistemas”, disse.

Para tanto, o governo de São Paulo vem colocando em prática iniciativas que aproximem universidades e empresas em projetos dessa natureza, lançando editais prevendo estas parcerias. “O primeiro edital foi de mais de R$ 100 milhões e temos um aberto agora de R$ 80 milhões, expandindo infraestrutura de conectividade nas zonas rurais, apoiando diretamente o financiamento e internacionalização de startups, mas com novas tecnologias”, revelou.

Patrícia reforça a necessidade de colaboração entre os diferentes atores envolvidos neste ecossistema. “A colaboração é o que faz a diferença para que possamos continuar evoluindo. Acho que a gente deu um grande avanço recentemente com essas parcerias cada vez maiores de empresas, universidades, institutos de pesquisa, mas podemos dar passos ainda maiores”, afirmou

Iniciativas como estas acompanham a expansão das ofertas por parte das provedoras de telecomunicações. A gerente de marketing da Oi Soluções, Ana Mariah citou como  exemplo a expansão do portfólio de produtos e serviços de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) destas empresas. “O mercado vem demandando cada vez mais soluções digitais e por isso a Oi tem mantido o foco na construção de um portfólio robusto deste tipo de solução”, destacou.

Ela lembrou que isso exigiu a inclusão de novas famílias de produtos ao portfólio, tais como cloud computing, big data, internet das coisas (IoT), segurança, serviços gerenciados e serviços profissionais. Para acompanhar o mercado, a Oi ampliou as famílias de produtos e as soluções disponíveis em cada uma delas, passando a entregar não apenas a conectividade, mas também aplicações.

“Fizemos isso tudo dentro da Oi de uma forma rápida, consistente e robusta, pois criamos um ecossistema de parceiros que nos ajudam no desenvolvimento e na entrega dessas soluções”, afirma. A diversidade de soluções complementa a capilaridade da companhia, permitindo entregas em qualquer lugar do Brasil com a mesma qualidade.

Segurança Cibernética

Ana Mariah lembra que com a digitalização as empresas passaram a enfrentar novos desafios. Um exemplo é a segurança cibernética, que vem sendo um tema central para empresas de todos os tamanhos, seja do setor público ou privado.

“A segurança cibernética, pelos ataques cada vez mais sofisticados, traz um risco de segurança não só referente à informação, mas ao risco corporativo”, diz. A executiva reforça a importância de contar com parceiros que tenham soluções confiáveis. Segundo o INEXTI (Índice de Excelência em Tecnologia e Inovação) lançado pela Oi Soluções em maio deste ano, a maioria das empresas reconhecem e entendem os riscos, mas poucas contam com ferramentas, ou profissionais, para combatê-los.

O ponto é que, segundo a executiva, as empresas precisam desse apoio.

“A aceleração da digitalização observada nos últimos tempos em virtude da pandemia trouxe à tona alguns desafios em comum para empresas das mais diferentes verticais e tamanhos. A segurança cibernética se tornou um tema central na agenda das organizações e a maneira mais efetiva de ajudar os clientes foi entender cada demanda, trabalhando de forma consultiva e facilitando a jornada, com o diferencial competitivo de entregar conectividade e soluções digitais”, concluiu.

 

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